Vejo mais esse ato como um verdadeiro desespero do governo Lula para tentar agregar votos e tirar eleitores de Flávio Bolsonaro.
O governo antecipou o pagamento do Bolsa Família e garantiu que todos os beneficiários recebam o reajuste antes do segundo turno, justamente antes das eleições, numa tentativa clara de conquistar a simpatia do eleitorado mais carente.
Na prática, é uma forma de colocar o dinheiro com aumento no bolso do povo para tentar, mais uma vez, iludir e enganar os brasileiros.
É o uso da caneta para perdoar dívidas, aumentar o programa e utilizar verbas federais na tentativa de comprar uma reeleição.
No entanto, eu considero muito difícil que ele consiga esse resultado, pois acredito que o Flávio terá de cinco a seis milhões de votos a mais, ampliando aquela diferença de dois milhões e quinhentos mil do primeiro turno para essa nova margem no segundo turno.