O caso teve origem em uma discussão durante a reunião final da CPMI do INSS, em março, quando Lindbergh teria chamado Gaspar de “estuprador”. Horas depois, os dois parlamentares e Soraya participaram de uma entrevista coletiva sobre uma notícia de fato enviada à Polícia Federal que pedia investigação contra Gaspar por suspeita de estupro de vulnerável. A apuração foi arquivada pelo STF em outubro, por falta de provas.
Gilmar reconheceu que as declarações continham ofensas graves, mas entendeu que ocorreram no contexto de um confronto político ligado ao exercício dos mandatos. O ministro também citou insultos proferidos por Gaspar contra Lindbergh durante a discussão, ressaltando que isso não justificava as ofensas. A decisão não avalia a veracidade das acusações contra Gaspar nem representa aprovação das declarações dos parlamentares.
Com informações da CNN Brasil