Ludmila classificou a decisão como uma mudança nas regras eleitorais “aos 45 do segundo tempo” e afirmou que a medida provocaria tumulto no processo eleitoral. Ela também questionou a possibilidade de cumprimento da determinação, alegando que muitas urnas já haviam sido encerradas antes de a decisão se tornar conhecida.
Na publicação, a ex-juíza chamou a decisão de “delinquência judicial” e criticou a trajetória de Zanin, lembrando que ele foi advogado de Lula antes de ser indicado pelo presidente ao STF. As declarações são de responsabilidade de Ludmila e foram feitas em meio à repercussão da prorrogação do horário de votação.
Veja a publicação:
Tribunais servem para dar segurança jurídica - o contrário do que acabou de fazer Cristiano Zanin. O sujeito acaba de tentar furar a fila do impeachment em 2027. De forma irresponsável (e aparentemente desesperada), mudou a regra do jogo aos 45 do segundo tempo, estendendo a votação por mais 2 horas e causando um tumulto irreversível na eleição. Um ato de delinquência judicial, naturalmente. A decisão é, em certa medida, incumprível, pois muitas urnas foram encerradas antes de a decisão se tornar conhecida. Zanin foi advogado pessoal de Lula e foi indicado por este para o STF. É um militante, não um juiz.
— Ludmila Lins Grilo (@ludmilagrilo11) October 25, 2026