O juiz Herval Sampaio bateu pesado na promiscuidade eleitoral.
Nas redes sociais, ele escreveu:
"A prorrogação do horário de votação, por si só, não justifica a anulação das eleições. Mas isso não impede que outros vícios sejam questionados.
Abusos do poder político, econômico ou dos meios de comunicação, entre outras práticas ilícitas, podem comprometer a legitimidade eleitoral, desde que comprovados concretamente.
Eventuais ações, propostas por candidatos eleitos ou não eleitos, devem ser julgadas com rigor técnico, sem que isso signifique um terceiro ou quarto turno.
A soberania popular é essencial, mas a legitimidade do voto exige eleições livres de abusos.
Cabe à Justiça Eleitoral apurar os fatos e decidir com independência, imparcialidade e fundamento jurídico, sem interesses políticos.
A Justiça Eleitoral não protege vencedores nem persegue vencidos. Protege a legitimidade das eleições e a vontade livre do eleitor".
Asissta: