O atraso na publicação da renúncia da Lei Câmara Cascudo, por parte do governo do estado, já não causa apenas estranheza, provoca irritação no setor cultural.
Desde o ano passado, o elevado número de projetos de prefeituras parceiras contemplados vinha sendo alvo de comentários nos bastidores.
Agora, em pleno mês de abril e em ano eleitoral, o silêncio e a demora inédita acendem um alerta ainda mais forte. Produtores culturais se veem à deriva, sem previsibilidade e sem respostas claras.
A pergunta que fica é inevitável: o que, afinal, o governo está esperando. Ou a quem?