O recado veio direto dos Estados Unidos. Durante reunião com autoridades americanas, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ouviu que o governo de Donald Trump quer classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Na prática, isso permite um combate muito mais duro contra facções que já dominam territórios no Brasil.
Aqui dentro, o tema divide. Nomes como Romeu Zema e Flávio Bolsonaro defendem essa classificação. Já o Partido dos Trabalhadores evita o assunto. O governo Lula não demonstra interesse em tratar facção como terrorismo.
Enquanto isso, a realidade avança: facções mandam em bairros inteiros e milhões de brasileiros vivem sob esse domínio. Segurança virou prioridade porque o cidadão cansou. Lá fora querem endurecer. Aqui dentro, ainda tem quem não queira nem chamar o problema pelo nome.