Durante muito tempo, o congelamento de óvulos foi associado exclusivamente a mulheres que desejam adiar a maternidade por motivos pessoais ou profissionais. No entanto, essa é apenas uma parte da realidade. De acordo com especialistas, a preservação da fertilidade vem se consolidando como uma estratégia importante também para mulheres que enfrentam condições clínicas que podem comprometer a capacidade reprodutiva ao longo do tempo.
Casos como endometriose, baixa reserva ovariana, histórico familiar de menopausa precoce e até pacientes oncológicas, que precisarão passar por tratamentos como quimioterapia, já fazem parte dos principais perfis que devem considerar o congelamento de óvulos. A ampliação desse entendimento tem sido fundamental para que mais mulheres possam tomar decisões informadas, antes que a fertilidade seja impactada de forma significativa.
Outro ponto essencial é o momento ideal para realizar o procedimento. A qualidade dos óvulos está diretamente ligada à idade da mulher, sendo mais elevada em fases mais jovens da vida reprodutiva. Ainda assim, muitas mulheres só passam a considerar essa possibilidade quando já enfrentam dificuldades para engravidar, o que pode limitar as chances de sucesso futuro. Por isso, a informação precoce é um dos principais aliados da preservação da fertilidade.
“O que muitas pessoas ainda não sabem é que não se trata apenas de guardar óvulos, mas de preservar a qualidade reprodutiva daquele momento da vida. Quanto mais cedo essa decisão é tomada, maiores são as possibilidades lá na frente. Preservar a fertilidade não é sobre adiar. É sobre não perder a escolha”, explica o médico do DNA Fértil, Dr. Haroldo Macedo.
Com atuação consolidada e reconhecida por seu pioneirismo no Rio Grande do Norte, o DNA Fértil reforça seu compromisso em ampliar o acesso à informação e oferecer acompanhamento individualizado, permitindo que cada paciente compreenda seu próprio tempo reprodutivo e possa decidir com segurança, ciência e acolhimento.