A eleição de 2026 não vai ser só sobre nomes. Vai ser sobre ideias. E isso fica claro quando se olha para cada cargo. No Senado, por exemplo, a pergunta é direta: o candidato é a favor ou contra o impeachment de Alexandre de Moraes? Isso diz muito mais do que qualquer discurso pronto.
Na Presidência da República, a escolha é ainda mais profunda: o Brasil quer um Estado maior ou menor? Mais controle sobre a vida das pessoas ou mais liberdade? Um país onde o direito é pleno ou onde ele é limitado por decisões de poucos? É esse tipo de decisão que vai estar na urna.
E não para por aí. Deputado federal define o rumo das pautas em Brasília. Governador define se o estado anda ou continua afundado. No Rio Grande do Norte, a pergunta é simples: quem vai ter condição de tirar o estado do buraco deixado pela gestão de Fátima Bezerra? Porque não existe solução mágica. O que vem pela frente é trabalho longo — e escolha certa.