Para este mês de abril de 2026, as movimentações para as eleições ao Senado no Rio Grande do Norte ganharam um novo destaque. Como? Assista:
Atualmente, quatro frentes distintas da esquerda disputam a atenção do eleitorado potiguar, o que pode pulverizar os votos. Negreiros aponta nomes como Samanda Alves, representante de uma ala mais tradicional, e a senadora Zenaide Maia, que busca a reeleição com forte apoio de prefeitos e alinhamento ao Governo Federal.
Outros nomes citados incluem Carlos Eduardo Alves, caracterizado como uma opção de conveniência política, e a disputa interna entre Jean Paul Prates e Rafael Motta.
Com a esquerda dividida em várias vertentes, a direita potiguar vislumbra a possibilidade de conquistar as duas vagas em disputa para o Senado. O cenário favorece nomes como o de Styvenson Valemtim e o Coronel Hélio. A tese defendida é que, se a direita mantiver a coesão enquanto a oposição se fragmenta, o Rio Grande do Norte poderá ter três senadores de direita a partir de 2027.
Essa configuração é vista por analistas como uma mudança significativa na correlação de forças políticas do estado. A consolidação de uma bancada majoritariamente conservadora fortaleceria a oposição ao atual governo estadual.
As próximas semanas serão decisivas para entender se haverá algum movimento de unificação nas chapas ou se a tendência de múltiplas candidaturas se confirmará.