O Governo do Estado enfrenta duras críticas devido ao atraso no pagamento de médicos de alta complexidade, que já estariam sem receber há seis meses. A denúncia aponta que cerca de 120 profissionais não contam com seus vencimentos desde setembro, evidenciando uma grave crise na gestão da saúde pública sob a responsabilidade da governadora Fátima Bezerra.
A situação de inadimplência também atinge empresas terceirizadas que prestam serviços essenciais nas unidades de saúde. Maqueiros, telefonistas, seguranças e auxiliares de serviços gerais estariam com salários atrasados há quase meio ano, o que tem levado essas empresas ao colapso financeiro e comprometido o atendimento à população.
Além do caos administrativo, a comunicação oficial do governo é questionada pela promoção de obras que ainda estariam em estágios iniciais, como o Hospital Metropolitano. Enquanto a propaganda estatal exibe estruturas montadas, a realidade nos canteiros de obra mostraria apenas serviços preliminares de limpeza de terreno, sem avanços efetivos na construção.