O Ministério Público recuou formalmente no caso Monark e concluiu que a fala sobre nazismo feita em 2022 não configurou discurso de ódio.
O problema é que Moraes já tinha bloqueado as contas do influenciador em 40 plataformas diferentes, incluindo TikTok e YouTube. O bloqueio veio antes da conclusão. A punição veio antes do crime ser provado. E agora o MP diz que não havia crime.
Isso é o resumo de como o STF operou nos últimos anos: bloqueia primeiro, investiga depois, e quando a investigação não confirma o crime, ninguém devolve o que foi tirado. O relatório americano cita o caso Monark. Agora o próprio MP brasileiro confirma o que estava escrito lá.