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Direitos dos magistrados não podem ser confundidos com privilégios

Um post publicado pelo perfil Magistrados Brasileiros nas redes sociais, literalmente, precisou "desenhar" para algumas pessoas entenderem que direito constitucional não pode ser confundido com privilégios. Nos últimos tempos, a carreira dos magistrados tem sofrido ataques, inclusive, da própria magistratura. 

O perfil defendeu que as garantias da magistratura previstas na Constituição não podem ser “flexibilizadas” e que direitos da carreira não devem ser confundidos com privilégios. A mensagem ecoa posicionamento atribuído à Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que afirma atuar contra o que chama de “desnaturação da carreira” e “aviltamento” do exercício da magistratura.

No texto, o perfil sustenta que garantias institucionais são “condições para julgar com independência”, reforçando a ideia de que proteção a quem decide processos não se limita a interesses corporativos. “Fragilizar a magistratura não atinge apenas a carreira. Atinge o próprio cidadão”, diz a publicação, ao relacionar o tema à segurança jurídica e ao funcionamento do sistema de Justiça.

A defesa se concentra no argumento de que a independência judicial depende de mecanismos que blindem o magistrado de pressões externas, sejam políticas, econômicas ou de opinião pública, especialmente em casos de grande repercussão. Para os autores do post, quando essas garantias são reduzidas ou tratadas como privilégios, o efeito prático seria comprometer a imparcialidade e a autonomia necessárias para a tomada de decisões.

A publicação também recorre à Constituição como referência do que “não pode ser flexibilizado”, sinalizando preocupação com mudanças que alterem a estrutura da carreira ou as condições de trabalho de juízes. O conteúdo do reel indica que a discussão deve ser feita com distinção entre benefício pessoal e proteção institucional, enfatizando que “proteger quem julga é proteger a Justiça”.

 
 
 
 
 
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