Uma investigação do Ministério Público Federal revelou um dos maiores escândalos envolvendo recursos da saúde pública no Rio Grande do Norte. A chamada Operação Faraó apura o uso irregular de verbas destinadas ao combate à sífilis, dentro do projeto “Sífilis Não”, executado pela UFRN.
Ao todo, foram repassados mais de R$ 165,5 milhões pelo Ministério da Saúde por meio de termos de execução descentralizada firmados em 2017. O dinheiro deveria financiar pesquisas, campanhas e estrutura tecnológica para enfrentamento da doença no Brasil.
No centro do caso está o professor Ricardo Valentim, coordenador do projeto e do LAIS. Também são apontados como envolvidos Janaína Valentim, Karilany Coutinho, João Henrique Vieira da Silva Neto e Pedro Henrique Evangelista.
A denúncia sustenta que o grupo concentrou poder sobre a execução dos recursos e teria transformado um projeto estratégico de saúde pública em um ambiente propício para desvios e benefícios privados.
Do blog: é um orgulho saber que tudo isso que está sendo revelado agora já era alvo de denúncias do Blog. Só esse blog denunciou sozinho por anos, desmascarou tudo.