O presidente Lula, que ocupa o Palácio do Planalto desde 2023, chamou a guerra contra o Irã de “desnecessária e baseada em mentira”.
Mas enquanto o debate político brasileiro discute se os EUA tinham razão em atacar, vale olhar para o que sobrou do regime dos aiatolás depois de 40 dias de conflito.
Todos os líderes de topo do governo iraniano foram eliminados, quebrando a hierarquia de comando.
A quase totalidade dos acampamentos do exército, da Guarda Revolucionária e dos Bassij foram destruídos. Toda a força aérea, naval e aeroespacial iraniana foi aniquilada.
Os principais reatores nucleares foram atingidos e desativados por estimados vinte anos. A infraestrutura do país está em colapso, com pontes e ferrovias destruídas que levarão décadas para ser reconstruídas.
Os serviços de inteligência interno e externo foram eliminados tão cirurgicamente que o regime não sabe como a invasão ocorreu. O Irã perdeu 80% de seu arsenal de mísseis e drones. As perdas estimadas ultrapassam US$ 700 bilhões.
E no final se rendeu à reabertura do Estreito de Ormuz sem nenhuma contrapartida real. Diante de tudo isso, Teerã anunciou vitória avassaladora. É o tipo de vitória que ninguém quer ter.
O regime que sobrou não governa um país. Administra um cemitério de capacidade militar.