A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, foi emitida sem a causa da morte definida, com a expressão “aguardando exames”.
Segundo o médico-legista Raphael Câmara, ouvido pela Revista Oeste, o procedimento é comum quando há necessidade de exames complementares para confirmar a causa da morte. Ele explicou que a declaração de óbito não encerra a apuração e pode ser preenchida com cautela até a conclusão do laudo da necrópsia.
De acordo com a Polícia Federal, Sicário morreu após uma tentativa de suicídio enquanto estava preso. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. A defesa afirma que a causa foi morte encefálica. O caso segue sob análise técnica dos institutos médico-legais.
A investigação está sob relatoria do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que restringiu o acesso a informações enquanto diligências seguem em andamento.