O governo Lula conseguiu transformar até a caderneta da gestante em instrumento de militância ideológica.
A nova versão do documento lançada pelo Ministério da Saúde passou a incluir orientações sobre aborto e trocou palavras como “mãe” e “mulher” pela expressão “pessoas que gestam”. Sim. É isso mesmo.
Em vez de focar no pré-natal, no cuidado da mãe e do bebê e na proteção da gravidez, o governo resolveu enfiar ideologia de gênero e pauta militante dentro de um material voltado para gestantes.
A mudança gerou reação até de médicos ligados ao Conselho Federal de Medicina, que afirmaram que não faz sentido tratar de aborto em um documento de acompanhamento pré-natal e criticaram o uso de termos ideológicos no lugar da palavra “mulher”.
É a velha obsessão da esquerda de transformar tudo em pauta identitária e militância ideológica. Até gravidez virou militância.