Levantamentos realizados nos Estados Unidos por institutos como o General Social Survey (GSS) e o Pew Research Center identificaram uma associação entre posicionamentos políticos progressistas e índices mais elevados de problemas de saúde mental.
Segundo os dados citados pelo Poder360, pessoas que se identificam como “extremamente liberais” apresentaram taxas até 150% maiores de relatos de ansiedade, depressão e TDAH em comparação com grupos conservadores.
As pesquisas também apontaram menor nível médio de satisfação com a vida entre os entrevistados de perfil progressista.
Especialistas afirmam que fatores como uso intenso de redes sociais, maior exposição a debates sociais, menor religiosidade e níveis mais altos de neuroticismo podem influenciar os resultados encontrados.
Os pesquisadores ressaltam, porém, que os levantamentos mostram apenas uma correlação estatística e não comprovam relação direta de causa e efeito entre ideologia política e transtornos mentais.