A Justiça Federal derrubou a ofensiva do MPF que pretendia interditar a base do Morro do Careca, paralisar obras e travar licenças em plena requalificação de Ponta Negra.
O juiz foi direto: as medidas eram drásticas, careciam de prova e poderiam causar dano reversos, ou seja, atrapalhar mais do que ajudar.
Na prática, o que sobrou pro Município foi o que ele já fazia: prestar contas mensais da areia. Nenhuma obra parou. Nenhuma licença foi suspensa. O cartão-postal segue de pé e a intervenção segue tocada.
A leitura política é clara: enquanto uns apostavam na judicialização e no alarmismo para emperrar o desenvolvimento da cidade, a gestão entregou resposta técnica e a Justiça referendou. Ponta Negra avança.