Cabo Deyvison afirmou que, mesmo após sofrer um atentado e sobreviver a dois tiros, não recebeu proteção oficial do Governo do Estado. O vereador disse que tem contado com a ajuda de amigos e voluntários para manter sua segurança pessoal durante deslocamentos e compromissos públicos.
Em entrevista à 96 FM, o parlamentar relatou que estava usando colete balístico ao longo do dia e que só retirou o equipamento no estúdio porque ele pesa quase 20 quilos. Segundo Deyvison, a proteção que recebe atualmente não veio do poder público. “Eu prefiro estar com ele durante o dia, apesar de eu estar com alguns irmãos aqui, meio voluntariamente, fazendo a nossa proteção, porque se depender do Estado, não veio”, afirmou.
O vereador também disse que o senador Rogério Marinho encaminhou um ofício solicitando proteção integral para ele e para seus familiares. Deyvison afirmou que não considera o pedido exagerado, diante do risco de novos ataques. Ao mesmo tempo, declarou sentir desconforto com a possibilidade de uma viatura ser retirada das ruas para protegê-lo, mas ressaltou que a ameaça contra sua vida continua real.
Mais adiante, ao falar sobre como pretende conduzir a campanha, Deyvison voltou a mencionar o apoio de voluntários. Ele disse que pretende continuar indo às ruas e entrando em qualquer território do Rio Grande do Norte para apresentar seus projetos. “Eu tenho comigo irmãos, guerreiros, voluntários para me dar esse suporte, para me dar essa motivação e essa coragem. Eu não vou recuar”, declarou.