A saída do secretário da Administração Penitenciária já era algo que o blog falava há algum tempo. Teve quem dissesse que era marcação, mas Helton Edi na Seap era tipo a “crônica de uma morte anunciada”.
Com ele, o sistema prisional deixou de ter a rigidez de outros tempos. E vejam só, o rigor era justamente com os policiais penais.
É quase o “o poste mijando no cachorro”.
A adjunta Armeli Brennand também era uma figura dentro da Seap que mais atrapalhava do que ajudava.