O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante discurso na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), alertou sobre a situação na Faixa de Gaza e destacou as marcas que o “genocídio praticado pelo governo Netanyahu” podem causar em milhares de palestinos. Lula também fez críticas ao grupo terrorista Hamas.
A notícia é do Metrópoles. “Gerações de palestinos carregarão a dor e o trauma deixados pelo genocídio praticado pelo governo Netanyahu contra mulheres e crianças em Gaza. Civis israelenses pagaram o preço do radicalismo e da intolerância dos atos terroristas do Hamas”, destacou Lula.
Mesmo assim, o posicionamento do líder brasileiro, adotado desde o início do terceiro mandato, foi visto com bons olhos pela ala política do Hamas. Em manifestação enviada ao Metrópoles, o representante político do grupo palestino no Irã, Khaled Qaddoumi, classificou a postura do líder brasileiro como “positiva”.
“Essa é uma postura positiva por parte de um grupo de países que aponta para a direção certa, para o bem da humanidade. Netanyahu e outros criminosos de guerra são declarados uma ameaça à humanidade e a principal causa da instabilidade e da falta de segurança em nível global”, diz Qaddoumi.
O membro do Hamas afirmou ainda que Lula “escolheu estar do lado certo da história”. “Eu, pessoalmente, considero o presidente Lula, do Brasil, como alguém que está em harmonia consigo mesmo, tanto como ser humano quanto como defensor dos direitos dos palestinos”, completa.