De acordo com as mensagens, Vorcaro organizou a estrutura do evento, incluindo a contratação de profissionais e a compra de alimentos, que teria custado R$ 21,1 mil. Em uma conversa posterior, a agenciadora de mulheres afirmou que uma delas teria ficado com “Kassio” e cobrou R$ 10 mil do banqueiro. As mensagens também mostram que Vorcaro autorizou o uso de um quarto para o ministro e outras convidadas. O conteúdo divulgado, porém, não comprova por si só todos os detalhes sobre a participação dos envolvidos.
Em nota, Nunes Marques negou irregularidades e afirmou que nunca favoreceu Vorcaro em decisões judiciais, nunca trocou mensagens com o banqueiro e não autorizou terceiros a falar em seu nome. O ministro também declarou que seu filho nunca recebeu valores do Banco Master e classificou a reportagem como uma tentativa de associar os diálogos à sua atuação na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com informações do G1