Os advogados afirmam que informações de acesso restrito passaram a circular na imprensa, incluindo dados pessoais e supostas conversas entre Vorcaro e integrantes de sua defesa. O pedido ocorre após reportagens divulgarem mensagens e gravações atribuídas ao ex-banqueiro sobre a negociação para financiar um documentário sobre o presidente Lula (PT) e uma suposta rede de prostituição com mulheres estrangeiras.
Vorcaro nega ter explorado ou desrespeitado mulheres e afirma não reconhecer a autoria, a autenticidade e o contexto de parte do material divulgado. Ao STF, a defesa pediu que sejam identificados agentes públicos e terceiros que possam ter acessado e repassado os dados. Os advogados também defendem que conteúdos obtidos por meio de possíveis vazamentos não sejam utilizados como base para novas investigações contra o ex-banqueiro.
Com informações da CNN Brasil