Preservar a possibilidade de ter filhos no futuro é uma das razões para considerar o congelamento de óvulos. O DNA Fértil é a primeira clínica do Rio Grande do Norte a realizar o procedimento, que é acompanhado por uma avaliação individualizada, considerando as condições de saúde, idade e os planos de cada paciente. A técnica permite armazenar óvulos para uma possível utilização futura.
Yasminny Menezes, de 38 anos, optou pelo congelamento. “Mesmo eu sendo mãe, quem sabe no futuro eu queira ter mais filhos, então estou pensando no amanhã. Essa escolha é minha como mãe”, relata.
O processo envolve estimulação dos ovários com medicamentos, acompanhamento por exames e coleta dos óvulos sob anestesia. Depois, os óvulos maduros são congelados pela técnica de vitrificação. Caso sejam utilizados, precisarão ser descongelados e fecundados em laboratório, por meio da fertilização in vitro.
“Não senti nada durante o procedimento. No caminho do hospital já fiz minhas orações, e quando acordei soube que foi um sucesso. A quantidade de óvulos foi, inclusive, bem acima do esperado”, relata Yasminny.
Segundo o DNA Fértil, a idade na coleta influencia as chances de sucesso, mas é necessário considerar a história de cada mulher. “Quando fiz as primeiras consultas, a equipe me explicou que não existe um procedimento ideal para todas as mulheres. Tudo é avaliado, desde o histórico de saúde, até as nossas expectativas. Consegui tirar todas as minhas dúvidas”, lembra a paciente.
Nem todos os óvulos sobrevivem ao descongelamento, são fecundados ou originam uma gestação, de acordo com os especialistas do DNA Fértil. “Fiz o congelamento de óvulos sabendo que não garante uma gravidez, mas guarda essa possibilidade para o futuro. Estou muito feliz com minha escolha", conclui Yasminny.