Um dado que a mídia progressista brasileira não gostou de comentar: nas eleições da Hungria, a direita e o centro-direita conquistaram juntos 97,3% dos votos. Orbán perdeu não para a esquerda, mas para um conservador pró-europeu anticorrupção. O partido de Péter Magyar, vencedor, é de centro-direita.
A esquerda ficou em casa. O povo húngaro não virou de lado. Apenas trocou uma direita corrupta por uma direita honesta. Uma lição que a mídia brasileira preferiu não contar direito, ocupada demais comemorando a queda do “aliado de Bolsonaro”.