O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1) um prazo de 48 horas para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o relatório da Polícia Civil do Distrito Federal que investigou a arma de fogo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apreendida durante uma blitz.
A Polícia Civil concluiu que Bolsonaro não cometeu crime ao manter a arma em casa durante a prisão domiciliar. Já o segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva, que transportava a pistola no momento da abordagem, foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Na última terça-feira (30), a defesa de Bolsonaro se reuniu com Alexandre de Moraes e pediu a manutenção da prisão domiciliar humanitária. Os advogados também apresentaram esclarecimentos sobre o estado de saúde do ex-presidente e sobre a arma apreendida. Após receber o relatório final da Polícia Civil, Moraes determinou uma nova manifestação da PGR antes de decidir sobre o caso.