O anúncio do apoio político de Ezequiel Ferreira a Álvaro Dias e Styvenson Valentim representa uma movimentação estratégica de grande impacto. Essa aliança consolida uma chapa forte, integrando um dos maiores ativos eleitorais que ainda estava disponível no cenário local.
Contudo, essa articulação expõe divisões na direita e deixa o Coronel Hélio em uma posição desfavorável. A análise aponta que a insistência em sua candidatura ao Senado pelo PL pode ter sido um erro tático, motivado por uma imposição da liderança do partido.
A grande preocupação de analistas políticos é a dificuldade do Coronel Hélio em expandir seu eleitorado e se comunicar de forma abrangente com o público. Esse isolamento em uma bolha específica compromete a viabilidade de sua campanha na disputa pelas vagas.
Como consequência direta dessa fragmentação, abre-se um espaço considerável para o avanço de candidaturas ligadas à esquerda. Nomes da oposição podem se fortalecer e conquistar posições cruciais que poderiam ser da direita se houvesse maior consenso.