Oficializado nesta segunda-feira (27) como candidato à Presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema corre contra o tempo para definir o candidato a vice-presidente e avançar nas negociações para a formação de uma coligação.
A notícia do R7. Além de completar a chapa, articuladores da campanha buscam o apoio de outros partidos para garantir espaço na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que começa em 28 de agosto. Na configuração atual, o Novo não tem direito à divisão do tempo diário de propaganda destinado às legendas.
Parte da equipe defende a escolha de um candidato a vice de outro partido como forma de ampliar as possibilidades de aliança. A definição precisa ocorrer até 5 de agosto, prazo final para a realização das convenções partidárias.
A tarefa, porém, é considerada difícil. Em vários estados, o Novo apoia, nas disputas locais, partidos que já têm candidatos próprios à Presidência da República ou estão alinhados a outros pré-candidatos.
Um dos exemplos está no Rio Grande do Sul, onde o Novo decidiu apoiar a candidatura de Luciano Zucco (PL) ao governo estadual. Nacionalmente, porém, o PL tem Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência.
No Amapá, o partido apoia a reeleição do prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD). A legenda está alinhada nacionalmente à pré-candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado ao Palácio do Planalto.