O senador Jaques Wagner (PT-BA), amigão de Lula (PT), é alvo central da 9ª fase da Op. Compliance Zero, de junho, e passa a ser investigado pelos sinais de enriquecimento. Intriga quem se interessa pelo tema como o petista carioca chegou na Bahia sem um tostão no bolso, virou sindicalista e na política declara fortuna de R$24,5 milhões.
A notícia é do Diário do Poder. O patrimônio que cresceu 631% em oito anos, com bens que vão de apartamento do exclusivo Corredor da Vitória, em Salvador, a terrenos de valor milionário.
Wagner é acusado de receber vantagens como apartamento adquirido com dinheiro da corretora Reag, suspeita de elo com o crime organizado. Lula e seu governo protegeram Wagner, como indica a suspeita de vazamento da 9ª fase da operação Compliance Zero.
O crescimento patrimonial abrupto, bens não declarados e suspeitas de propina reforçam a desconfiança contra conhecidas práticas petistas.
Flores da Cunha foi um dos maiores líderes políticos do Rio Grande do Sul, mesmo com a reputação de emérito boêmio, chegado ao carteado, às bebidas e às mulheres, como acusou um adversário, num comício: “Não bebo, não jogo e nem ando com mulheres de vida duvidosa!”. O líder gaúcho ganhou a eleição admitindo, sem medo de ser feliz: “Pois eu bebo, fumo, jogo, ando com mulheres. E tenho votos”.
Coincidiu com a convenção nacional do PT, no último domingo (2), uma série de roubos, furtos e atos de violência em São Paulo. Até um jornalista ficou ferido durante assalto na capital paulista.
É pouco provável, mas Tereza Cristina (PP-MS) não fechou a porta para compor chapa com Flávio Bolsonaro (PL). Diz a senadora, que não precisa renovar o mandato, que até a última hora, tudo é possível.