O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República pelo Novo, Romeu Zema, disse nesta quarta-feira (8) que, se eleito, vai “privatizar tudo”, numa referência ao que classificou como “desnecessários” os gastos do estado com empresas estatais.
A notícia é da CNN Brasil. "Lá em Minas eram 118 [estatais]. Sobrou só uma, a Cemig [companhia energética do estado]. Era um cabide gigante de emprego. As empresas que foram bem administradas pelo setor privado decolaram”, afirmou.
Zema também voltou a falar dos quatro pontos que considera fundamentais para melhorar a economia do país. O primeiro deles, é o que chamou de “choque moral”.
“Eu sou o pré-candidato que tem mais criticado o STF [Supremo Tribunal Federal]; presidentes sempre chantageados, pressões corporativas. Minha vida já foi toda vasculhada, não encontraram nada e respondo ainda processo de Gilmar Mendes, que não pode ser criticado."
O segundo aspecto, de acordo com ele, é o “fim da gastança” que deve influenciar nos indicadores econômicos.
“Taxa Selic a 14,5%, crédito a 20%. Isso quebra as empresas. Qualquer um que investiu tá quebrando, infelizmente; agora quem ficou dormindo com o dinheiro emprestado tá ganhando. Temos uma inversão: quem é rentista acaba lucrando”, explicou.